Vou partir por aquela estrada …

Sempre tive vontade de experimentar viver e trabalhar fora de Portugal. À uns tempos surgiu a oportunidade e decidi concorrer a um lugar no ESRIN, em Itália. No fim da semana passada chegou a confirmação oficial, irei trabalhar durante um ano em Frascati (Roma) 🙂

Agora é começar a fazer as malas, que Março já vai amanhecer em Itália.

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As crónicas continuam …

Estão a sair a conta-gotas, mas as crónicas da nossa viagem à Galiza lá vão sendo publicadas. Talvez estejam terminadas antes do Natal 😉

Monte Tegra:

“Enquanto atravessávamos a fronteira natural, o rio Minho, já avistávamos o verdejante Monte Tecla, o nosso próximo destino. Antes de nos dirigirmos ao Monte Tecla (Trega em Galego) parámos na praia fluvial de Camposancos …”

Baiona:

“Baiona é uma bela cidade virada para o mar. Mesmo antes de entrarmos na cidade, subimos à colina onde se encontra o monumento à Virgem de La Roca.”

Keep on reading …

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Dia na Arrábida

No fim-de-semana passado a empresa levou-nos para um convívio fora de portas. Este ano o local escolhido a Arrábida.

Começámos com uma visita à Casa-Museu da empresa vinicultora José Maria da Fonseca, uma das mais conhecidas da região e talvez do país. Produzem, entre outros, os vinhos Periquita e Lancers. A Casa-Museu fica em Vila Nogueira de Azeitão, terra onde se pode encontrar excelente doçaria tradicional 😛

A visita foi relativamente curta, mas suficiente para nos mostrar um pouco da história da companhia e para passearmos nas “caves” onde estão enormes pipas e tonéis.

No final da visita, fingimos ser enólogos e degustamos dois produtos da casa: Um Periquita Reserva, e um Moscatel de Setúbal. Devo dizer, sem dúvida, que a minha preferência recaiu no segundo, o qual acabei por repetir (não digam a ninguém 😉 )

Comigo acabou por vir uma garrafa de Moscatel Roxo com 10 anos, espero que seja tão boa quanto o preço que custou.

Depois escalámos pela serra, com paragens em dois ou três miradouros, apesar da manhã farrusca, a vista é sempre de cortar a respiração, e quem não conhecia a Arrábida ficou deslumbrado.

De um desses miradouros víamos já o nosso destino, o Portinho da Arrábida e o restaurante onde íamos almoçar. O almoço foi claramente a pior parte de todo o dia: o polvo da entrada tinha a solidez da borracha; a carne, do prato principal, estava salgada como se fosse embarcar numa caravela do século XV; e do pudim queimado, foi preciso raspar o “carvão” … Claramente o restaurante Beira-Mar não deixou um bom cartão de visita.

Depois do café, já o céu tinha desabrochado por completo. O sol, gozando as últimas horas de Verão, decidiu oferecer-nos com um tarde magnífica.

O vento do Portinho não se fez sentir e a água do mar estava deliciosa. Á muito tempo que um banho de mar não me sabia tão bem, e nessa tarde foram vários 🙂

No fim do dia quando o sol se pôs atrás da serra, todos nós soubemos tinha sido um dia muito bem passado.

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There and Back Again

Dois mil e duzentos quilometros depois estou de volta. Fui ao fim da terra e voltei. Em breve fotos e relatos.

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Passeio pelo Palácio da Pena

Na semana passada fomos passear a Sintra, ao Palácio da Pena. Creio que já lá tinha ido em miúdo, numa excursão escolar, mas não tenho qualquer memória dessa visita.Foto do Palácio da Pena

Apanhamos um tempo um bocado farrusco, estávamos na Ponte 25 de Abril e estava a chover, o que claramente não era um auguro.

Mesmo sendo um dia de semana estava bastante gente pela Pena, uma quantidade de Espanhóis e Asiáticos (Chineses?) impressionante.

Visitámos o Palácio, onde infelizmente não se podia tirar fotografias. Quer dizer, eu não tirei nenhuma, mas os Asiáticos carregados cada um com um seu canhão pessoal ainda dispararam bastantes vezes. A vigilante, uma rapariga nova, bem repetia “No pictures, please!!” e enquanto um dizia “Sorry, sorry.” ouviam-se os cliques dos obturadores dos que estavam atrás deste.

Ramo caído nos parques da PenaLevamos farnel e almoçamos pelos parques. O tempo cinzento claramente tirava graça a muitas fotografias, mas nas alturas em que o sol aparecia ficava uma luz bastante boa, se considerarmos que estávamos por volta do meio-dia/uma da tarde.

O mapa que nos foi dado à entrada fazia-nos acreditar que os jardins eram gigantescos, mas nenhum sítio está a mais de 25 minutos a pé do Palácio da Pena. E pelo mapa o sítio que nos parecia mais longínquo era sem dúvida a Cruz Alta, talvez pela memória ainda presente da nossa subida à Cruz Alta do Palácio do Buçaco, esta Cruz Alta era uma brincadeira de meninos, especialmente porque quando chegamos ao topo, não havia nenhum Cruz!! O menino que levou a Cruz para casa é favor de a devolver!

Com os períodos de chuva cada vez mais frequentes decidimos que era hora de voltar para casa.

 

 

Lago no Palácio da PenaEscultura de um Tritão no Palácio da Pena
Palácio da Pena visto de um miradouro
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