Ver vídeos com velocidade alterada e com som normal – mplayer

Para visualizar um vídeo de forma acelerada sem que as vozes subam de tom podem usar o mplayer com filtro áudio que trata de manter o tom original das vozes (e mantendo a sincronia áudio/vídeo).

mplayer -af scaletempo -speed 1.1 FILE.avi

Isto também pode ser utilizado, por exemplo, para ver vídeos educativos mais devagar (em slow motion), de forma a poder tirar notas.

mplayer -af scaletempo -speed 0.9 FILE.avi

A velocidade (speed) pode ser alterada durante a reprodução de um vídeo utilizando as teclas de atalho:
[ –> 10% mais lento
] ->- 10% mais rápido

Adicionando a seguinte opção ao ficheiro ~/.mplayer/config podem activar, por omissão, este filtro para todos os vídeos, alterando posteriormente (se quiserem) a velocidade de reprodução com as teclas de atalho.

af=scaletempo

Outros reprodutores, como por exemplo o VLC, também permitem fazer isto.

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Como montar uma imagem ISO em Linux

Porque me estou sempre a esquecer disto, aqui vai:

mount -o loop /path/to/disk.iso /path/to/mount-dir

Por omissão é assumido o file system ISO9660, se for preciso forçar deve-se adicionar -t iso9660 ao comando anterior. Normalmente é necessário ter-se permissões de administração para invocar o mount.

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A brincar com os Sistemas Operativos

Há uns dias estive a ajudar na manutenção do servidor de desenvolvimento lá do trabalho. Actualizamos o sistema operativo dum Red Hat velhíssimo para o mais recente CentOS. Agora depois de lidar no dia-a-dia com a gestão de pacotes e software RPM, percebo o post do Sérgio. Quase não existe software do dia-a-dia pré-compilado, a 2 cliques de rato, compilar acaba por ser mais simples que entrar no inferno das dependências …

Assim (re)vejo mais uma vez o valor de um verdadeiro sistema de gestão de pacotes em que se estão disponíveis um trilião de pacotes à distância de um clique. O apt-get é genialmente excelente, e creio que não voltarei a tocar voluntariamente noutra distribuição que não seja baseada em Debian. A nova versão do Debian está disponível, após um “pequeno” atraso, podem saber mais acerca do Lenny aqui.

A Ana comprou um portátil novo e vinha com o Windows Vista. A minha segunda acção no portátil, após um demorado processo de auto-configuração do Vista, foi a instalação de Linux (Mint 6), que funcionou sem problemas durante cerca de dois meses. A Ana começou a usar o Vista e em dois dias o sistema operativo da Microsoft auto-destrui-se! A máquina hibernou (aparentemente) sem problemas, mas nunca mais conseguiu voltar, dava sempre erro no arranque e pedia para correr a recuperação automática, assim fiz e em nenhum dos diversos testes efectuados apareceu qualquer erro, aquele Vista não mais viu nada, suicidou-se!

Se um sistema operativo não gosta de si próprio, quem gostará?

PS: O Linux no portátil continua a funcionar 🙂

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Debuging em Shell Script

Quando se está a fazer um shell script, às vezes (quase sempre?), nem tudo correr como esperado. Para saber o que o script está mesmo a fazer, costumo invoca-lo assim:

sh -x nome_do_script.sh

O-x faz com que todos os comandos sejam impressos no ecrã (atenção para o stderr) antes de serem executados.

Os comandos executados aparecem como: + comando

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Como aceder a pastas protegidas com o fusesmb

Este post é uma Nota Mental

Introdução

Actualmente no trabalho estou a usar Linux Mint, que vem com o fusesmb instalado. Este programa monta toda a rede de computadores Windows, usando o protocolo Samba, na pasta $HOME/Network replicando a estrutura de directorias das diferentes partilhas existentes na rede.

A partilha que acedo mais frequentemente está protegida por password, e o Thunar, o meu gestor de ficheiros, não sabe (nem quer saber, e ainda bem) de rede e protocolos de rede, logo o acesso a esta partilha está restringido 🙁

O sumo

Fiz uma googlada e rapidamente descobri a resposta aos meus problemas. O acesso transparente a directorias partilhas (por Samba/SMB/Partilha Windows) protegidas por password é relativamente simples de resolver.

Com o vosso editor favorito, no meu caso o vim, editem o seguinte ficheiro .smb/fusesmb.conf que se encontra na vossa $HOME.

sudo vim .smb/fusesmb.conf

Neste ficheiro basta adicionar adicionar as seguintes linhas:

; Default username and password
[global]
username=O_teu_username_remoto
password=A_tua_passwd_remota

É possível configurar passwords diferentes para partilhas diferentes. Mais informações num manual perto de si: man fusesmb.conf

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Mplayer – Obter áudio de um vídeo online

O Mplayer é um pequeno canivete Suíço na reprodução (e não só) de conteúdo multimédia.

Para guardar uma stream vídeo que está online basta fazer o seguinte:

mplayer -dumpstream -dumpfile video.wmv mms://someadress.com/somecontent.asf

Muitas vezes só tenho interesse no áudio, para ouvir enquanto vou para o trabalho. Tirar tantos megas de vídeo somente para aproveitar o áudio parece-me um desperdício. Perguntei ao amigo Google e encontrei a solução:

mplayer -cache 8192 -vc null -vo null
-ao pcm:waveheader:file=audio.wav http://someadress.com/somecontent.asf

Assim no ficheiro audio.wav fica guardado o som do vídeo. Para o converterem para ogg basta o seguinte:

oggenc audio.wav

Se preferirem mp3 então é só:

lame audio.wav

E já está 🙂

Nota: Todas os parâmetros do mplayer estão explicados no manual.

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Corrector Ortográfico no Pidgin

O meu instant messenger, em qualquer plataforma, é o Pidgin, suporta multi-protocolos, é simples e com um design limpo, como eu gosto.

O Pidgin tem várias características interessantes, entre as quais, um corrector ortográfico integrado. Quando este está activo os erros ortográficos aparecem sublinhados no já tradicional ponteado vermelho.

Correcção Ortográfica no Pidgin

Na realidade o Pidgin, à boa maneira Unix, usa outro programa para fazer a correcção ortográfica, o aspell. E este nem sempre vem configurado por omissão para Português, o que significa que o Pidgin acha que todas as palavras que escrevemos estão erradas 🙁

Como alterar isto? Nada mais fácil: Basta editar o ficheiro o ficheiro de configuração do aspell, por exemplo com o vim:

vim ~/.aspell.conf

nesse ficheiro basta colocar o seguinte:

lang pt-pt

E pronto já está 🙂

aGoRa ce eXkrevem aXiM est Poust não é para vós 😉

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TVAnts no Ubuntu Linux

Este post é a continuação deste [Como ver emissões de TV via P2P em Linux].

Outro dos protocolos/programas que permitem ver transmissões televisivas em directo, via P2PTV, é o TVAnts. Este programa é exclusivo dos sistemas Windows, mas o nosso amigo Wine ajuda-nos a superar esse pequeno obstáculo 😉

Vendo um canal TVAnts com o mplayer

Uso o TVAnts sobre o Wine como backend e o mplayer para a visualização da stream de vídeo.

Instalação do TVAnts

Depois de descarregar o programa, é necessário instala-lo no Wine, se o duplo-clique no executável não lançar o ecrã de instalação pode-se sempre iniciar a instalação a partir da consola:

wine TvantsSetup.EXE

Agora é só carregar nos botões “Next” e a instalação fica terminada. O TVAnts pode agora ser iniciado a partir do menu das aplicações do Ubuntu, normalmente aparecerá na pasta do Wine.

O TVAnts pode também ser executando na consola:

wine ~/.wine/drive_c/Programas/TVAnts/Tvants.exe

A localização de um programa nosso pseudo-Windows, é um bocado variável, depende muito da versão e do idioma do Wine instalado, mas a base será sempre ~/.wine/drive_c/.

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