A brincar com os Sistemas Operativos

Há uns dias estive a ajudar na manutenção do servidor de desenvolvimento lá do trabalho. Actualizamos o sistema operativo dum Red Hat velhíssimo para o mais recente CentOS. Agora depois de lidar no dia-a-dia com a gestão de pacotes e software RPM, percebo o post do Sérgio. Quase não existe software do dia-a-dia pré-compilado, a 2 cliques de rato, compilar acaba por ser mais simples que entrar no inferno das dependências …

Assim (re)vejo mais uma vez o valor de um verdadeiro sistema de gestão de pacotes em que se estão disponíveis um trilião de pacotes à distância de um clique. O apt-get é genialmente excelente, e creio que não voltarei a tocar voluntariamente noutra distribuição que não seja baseada em Debian. A nova versão do Debian está disponível, após um “pequeno” atraso, podem saber mais acerca do Lenny aqui.

A Ana comprou um portátil novo e vinha com o Windows Vista. A minha segunda acção no portátil, após um demorado processo de auto-configuração do Vista, foi a instalação de Linux (Mint 6), que funcionou sem problemas durante cerca de dois meses. A Ana começou a usar o Vista e em dois dias o sistema operativo da Microsoft auto-destrui-se! A máquina hibernou (aparentemente) sem problemas, mas nunca mais conseguiu voltar, dava sempre erro no arranque e pedia para correr a recuperação automática, assim fiz e em nenhum dos diversos testes efectuados apareceu qualquer erro, aquele Vista não mais viu nada, suicidou-se!

Se um sistema operativo não gosta de si próprio, quem gostará?

PS: O Linux no portátil continua a funcionar 🙂

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