Download Youtube Playlist with youtube-dl

To download a full playlist from Youtube with youtube-dl do the following:

youtube-dl.py -A -t -c “http://www.youtube.com/p/1234567890ABCDEF”

-A makes youtube-dl auto-number the files downloaded in order (0001, 0002, …)

-t uses the title page, otherwise the file name will be non-understandable

-c continues in case of failure

In case your playlist url is something like: http://www.youtube.com/playlist?list=1234567890ABCDEF transform it into the format: http://www.youtube.com/p/1234567890ABCDEF otherwise you’ll get an error.

One can specific also the quality of the video by using the -fmt FMT or –max-quality=FMT where FMT is number as can be seen here, 34 is 360p, 35 480p, 37 is 1080p …

youtube-dl can be installed in your Linux distro using the normal package managers or you can download it by hand to your favorite directory from here. On this directory executing youtube-dl -U makes the script get auto-updated to the latest version – important because sometimes Youtube changes things that make elder versions of the script not work.

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Saber detalhes da RAM instalada a partir da linha de comandos

Já mais do que uma vez que precisei de saber detalhes sobre a memória RAM que tenho instalada no sistema (velocidade, tipo, tamanho, etc.), mas não me apetece/posso abrir a caixa do PC.
Em Linux podem usar o comando dmidecode para obter estas e muitas outras informações do vosso hardware. A sequência de comandos seguinte mostra somente a informação (relevante) sobre a memória RAM instalada no computador.

sudo dmidecode | grep -A20 ‘Memory Device’ | grep -v ‘Range’ |grep ‘Speed:\|Part Number\|Size:\|Type:’

No sistema onde estou a testar isto obtenho como resultado:

Size: 2048 MB
 Type: DDR2
 Speed: 800 MHz (1.2 ns)
 Part Number: EBEXXXX8AXXX-XX-X
 Size: No Module Installed
 Type: DDR2
 Speed: Unknown
 Part Number:

Nota:O dmidecode pode estar fora do vosso PATH, só acessível ao root ou não estar instalado no sistema.

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Como procurar vários padrões no mesmo comando ‘grep’

Para procurar vários padrões no mesmo comando grep basta usar \| como separador entre os diversos padrões.

grep “padrao1\|padrao2\|padrao3” fich.txt

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Ver vídeos com velocidade alterada e com som normal – mplayer

Para visualizar um vídeo de forma acelerada sem que as vozes subam de tom podem usar o mplayer com filtro áudio que trata de manter o tom original das vozes (e mantendo a sincronia áudio/vídeo).

mplayer -af scaletempo -speed 1.1 FILE.avi

Isto também pode ser utilizado, por exemplo, para ver vídeos educativos mais devagar (em slow motion), de forma a poder tirar notas.

mplayer -af scaletempo -speed 0.9 FILE.avi

A velocidade (speed) pode ser alterada durante a reprodução de um vídeo utilizando as teclas de atalho:
[ –> 10% mais lento
] ->- 10% mais rápido

Adicionando a seguinte opção ao ficheiro ~/.mplayer/config podem activar, por omissão, este filtro para todos os vídeos, alterando posteriormente (se quiserem) a velocidade de reprodução com as teclas de atalho.

af=scaletempo

Outros reprodutores, como por exemplo o VLC, também permitem fazer isto.

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Como montar uma imagem ISO em Linux

Porque me estou sempre a esquecer disto, aqui vai:

mount -o loop /path/to/disk.iso /path/to/mount-dir

Por omissão é assumido o file system ISO9660, se for preciso forçar deve-se adicionar -t iso9660 ao comando anterior. Normalmente é necessário ter-se permissões de administração para invocar o mount.

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A brincar com os Sistemas Operativos

Há uns dias estive a ajudar na manutenção do servidor de desenvolvimento lá do trabalho. Actualizamos o sistema operativo dum Red Hat velhíssimo para o mais recente CentOS. Agora depois de lidar no dia-a-dia com a gestão de pacotes e software RPM, percebo o post do Sérgio. Quase não existe software do dia-a-dia pré-compilado, a 2 cliques de rato, compilar acaba por ser mais simples que entrar no inferno das dependências …

Assim (re)vejo mais uma vez o valor de um verdadeiro sistema de gestão de pacotes em que se estão disponíveis um trilião de pacotes à distância de um clique. O apt-get é genialmente excelente, e creio que não voltarei a tocar voluntariamente noutra distribuição que não seja baseada em Debian. A nova versão do Debian está disponível, após um “pequeno” atraso, podem saber mais acerca do Lenny aqui.

A Ana comprou um portátil novo e vinha com o Windows Vista. A minha segunda acção no portátil, após um demorado processo de auto-configuração do Vista, foi a instalação de Linux (Mint 6), que funcionou sem problemas durante cerca de dois meses. A Ana começou a usar o Vista e em dois dias o sistema operativo da Microsoft auto-destrui-se! A máquina hibernou (aparentemente) sem problemas, mas nunca mais conseguiu voltar, dava sempre erro no arranque e pedia para correr a recuperação automática, assim fiz e em nenhum dos diversos testes efectuados apareceu qualquer erro, aquele Vista não mais viu nada, suicidou-se!

Se um sistema operativo não gosta de si próprio, quem gostará?

PS: O Linux no portátil continua a funcionar 🙂

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Debuging em Shell Script

Quando se está a fazer um shell script, às vezes (quase sempre?), nem tudo correr como esperado. Para saber o que o script está mesmo a fazer, costumo invoca-lo assim:

sh -x nome_do_script.sh

O-x faz com que todos os comandos sejam impressos no ecrã (atenção para o stderr) antes de serem executados.

Os comandos executados aparecem como: + comando

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Como aceder a pastas protegidas com o fusesmb

Este post é uma Nota Mental

Introdução

Actualmente no trabalho estou a usar Linux Mint, que vem com o fusesmb instalado. Este programa monta toda a rede de computadores Windows, usando o protocolo Samba, na pasta $HOME/Network replicando a estrutura de directorias das diferentes partilhas existentes na rede.

A partilha que acedo mais frequentemente está protegida por password, e o Thunar, o meu gestor de ficheiros, não sabe (nem quer saber, e ainda bem) de rede e protocolos de rede, logo o acesso a esta partilha está restringido 🙁

O sumo

Fiz uma googlada e rapidamente descobri a resposta aos meus problemas. O acesso transparente a directorias partilhas (por Samba/SMB/Partilha Windows) protegidas por password é relativamente simples de resolver.

Com o vosso editor favorito, no meu caso o vim, editem o seguinte ficheiro .smb/fusesmb.conf que se encontra na vossa $HOME.

sudo vim .smb/fusesmb.conf

Neste ficheiro basta adicionar adicionar as seguintes linhas:

; Default username and password
[global]
username=O_teu_username_remoto
password=A_tua_passwd_remota

É possível configurar passwords diferentes para partilhas diferentes. Mais informações num manual perto de si: man fusesmb.conf

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